Anos de 1974

BELÉM BRASILIA RODOVIA DA UNIDADE NACIONAL

A proposta, ao iniciar o desenvolvimento da malha viária e levar a capital do Brasil para a região central, era integrar o país de norte a sul, passando pelos antigos sertões, dinamizando a economia e as atividades produtivas de regiões do país até então à margem dos investimentos e do desenvolvimento. 


A HISTÓRIA DO MOGNO EM REDENÇÃO PARÁ

Sr. Taillor é cunhado do Arcelides Veronene, era proprietário   da Serraria

Marajoara, uma das maiores exportadoras de mogno da região do Pau

D’Arco.

Ele conta nos vídeos abaixo que comprava o mogno barato dos fazendeiros, 

levava para Belém e de lá  exportava para a Europa e Estados Unidos por valor bem alto.

A maioria das serrarias vieram do Paraná em busca do mogno, 

espécie abundante na área e que possuía alto valor de exportação. 

O mogno começou a ser extraído da Mata Geral, no vale do rio

Pau D’Arco, por uma madeireira alemã, a IMPEX, e ser transportado até

o Araguaia, pelos rios Pau D’Arco, Água Fria e Rio Maria. Até a década de

1970 o mogno bruto era transportado para Belém por jangadas, descendo os

rios Araguaia e Tocantins. A partir da abertura da estrada, com a instalação

das serrarias na região de Redenção, a madeira já serrada era enviada em

pranchas para Belém.

As maiores serrarias implantadas nesse período em Redenção, destacando-se: Pau D’Arco,

 Maginco , Bannach, Marajoara, Mabel, Suprema, Imasa.

SERRARIAS.


A primeira serraria de maior porte, foi a IMASA, bem junto do leito do rio Pau D’Arquinho. A partir de então, com a abertura da rodovia estadual PA-150 e a melhoria da estrada que ligaria Redenção a Conceição do Araguaia, tornando possível o tráfego de caminhões, o extrativismo madeireiro se intensifica na região.

Em 1974, além das várias serrarias que operavam ao longo da rodovia, que iria ligar Redenção a Belém no ano seguinte, também era comum a presença de serrarias nas fazendas que tinham projetos agropecuários apoiados pelos incentivos fiscais operados pela SUDAM. Nessas serrarias as toras de mogno eram desdobradas em pranchas, visando o aproveitamento da madeira existente dentro da área e arredores.

As primeiras serrarias que se estabeleceram no Sul do Pará foram

a Serraria do Pau D’Arco e depois a de Rio Maria, a Maginco da família

Remor.

Com a abertura da estrada para Marabá, em 1975, aumenta o

número de serrarias e a exploração do mogno. Uma das grandes serrarias,

provavelmente a que mais exportou mogno da Amazônia, foi a madeireira

Bannach, que implantou três serrarias e uma fábrica de compensados na

segunda metade da década de 1970, na região do rio Salobro.


SERRARIA MINUANO

Instalou no inicio de 1977 em Redenção seus Proprietários Charutinho charutão, eles vieram do sul do Brasil.